Conselho de Cultura realiza primeira etapa da formação de conselheiros

Segunda parte do curso acontece 19 de abril, às 09 horas, na Fundação Cultural

Integrantes do Conselho de Cultura de Foz, servidores públicos, gestores e membros de outros colegiados de políticas públicas participaram da primeira etapa do Curso de Formação de Conselheiros, realizado sexta-feira, 07. O curso visa capacitar os agentes que atuam no CMPC, com foco na participação e controle social sobre as ações governamentais na cultura. Além de convidados para mediar os temas debatidos, o workshop abriu espaço para a troca de experiências entre os participantes.

Durante o primeiro módulo de formação, o servidor público e ativista dos direitos da criança e do adolescente, Valtenir Lazzarani, apresentou um painel contextualizando o conceito de democracia e participação social e a legislação que garante o protagonismo da sociedade na elaboração e execução das políticas públicas. Lazarini ainda enumerou os espaços institucionais de atuação social e discutiu o papel dos conselheiros junto e essas instâncias.

Curso enfatiza participação e controle social.

O servidor público e ativista na área de assistência social, Jurandir do Carmo Oliveira, o “Juka”, abordou aspectos da legislação e sua aplicação às políticas públicas de cultura, com ênfase no financiamento, captação de recursos e nos procedimentos de prestação de contas aos órgãos de controle. Além do marco legal, Juka realizou uma atividade prática interativa, em que os participantes desenvolveram um projeto cultural de forma colaborativa.

De acordo com Mirá Rocha, vice-presidente do Conselho de Cultura, a iniciativa visa promover um salto de qualidade na atuação do órgão. “Foi um momento importante para que cada conselheiro aprofunde e qualifique o seu trabalho, fortalecendo a ação coletiva do conselho”, disse. “A integração com pessoas de várias outras áreas também foi um saldo muito proveitoso. Essa aproximação entre conselhos e outras entidades sociais possibilidade crescimento a todos”, completou.

A professora Ivanir Glória, representante da APP-Sindicato/Foz no Conselho de Cultura, defendeu que a atuação dos conselheiros deve buscar a ampliação das discussões para atingir a base das instituições. “É preciso fazer com que matérias pautadas pelo conselho sejam discutidas pela base, pois o conselheiro é apenas um representante dessa base”, disse “Eu não posso representar apenas a minha vontade, mas sim a posição da entidade que me indicou”, ressaltou.

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